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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Estudantes de Geografia da PUC-SP paralisam o curso!


Em assembléia geral ocorrida dia 03 de agosto, os estudantes de geografia da PUC-SP decidiram paralisar o curso para se contraporem a diversas medidas tomadas pela direção da universidade: professores com contratos temporários impossibilitando a continuidade do curso, ausência de contratação de professores para complementar a grade horária, falta de estrutura de laboratórios fundamentais para o curso, abertura de edital de bolsas, redução das mensalidades, entre outras questões estruturais que ferem a qualidade de educação. Ainda, reivindicam que nenhum estudante participante da mobilização seja punido.
Diversas entidades estudantis estão apoiando o movimento, como os centros acadêmicos de direito, jornalismo e comunicação, psicologia, serviço social, e ciências sociais, além do centro acadêmico de geografia da USP e o diretório de humanidades da Faculdade Santo André.
No início do ano a geografia da PUC-SP iniciou seu curso com uma defasagem na grade horaria. Para suprir a falta de professores, o departamento de Geografia elaborou três editais para a contratação de novos docentes. Após a elaboração do concurso, a PUC-SP, juntamente com a Fundação São Paulo, mantenedora da universidade, relutou na contratação requerida pelo departamento o que ocasionou o envio de uma carta, por parte dos estudantes, ao CONSAD (Conselho Administrativo), enfatizando a necessidade das contratações. Na reunião do mesmo conselho, foram aprovadas aproximadamente 46 contratações por tempo determinado, incluindo os 3 professores de geografia requisitados.
O fato surpreendente foi que, na última reunião do CONSAD no primeiro semestre, já em período de recesso, decidiu-se por demitir todos os professores contratados por tempo determinado. Após as férias de Julho, porem, os mesmos docentes receberam a proposta de recontratação. Dá-se aqui a atitude antiética por parte da PUC-SP de demitir os professores apenas no período de recesso, afim de não remunerar o respectivo mês. Do Departamento de Geografia, um professor recusou a recontratação diante da postura da PUC-SP e do contrato salarial de R$ 17,00 hora/aula. Na tentativa dos outros dois professores se recontratarem, um desistiu perante o mal tratamento do RH da universidade, restando, assim, apenas uma professora que retornou ao Departamento. Agravando tal situação, na primeira reunião departamental do semestre, a chefe de Departamento pediu demissão por não se identificar mais com a universidade.
Diante de tais acontecimentos e da defasagem na grade horária do curso, deu-se a paralisação total das aulas, por parte dos estudantes.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Agenda de Agosto da Casa da Lagartixa Preta

Neste mês, a Casa está cheinha de visitas e muitas atividades! Nossxs companheirxs de diversos lugares vem de longe e de perto, mostrar um pouco do que fazem em seus lugares e compartilhar conosco um dia de bate-papo! Dia 21 receberemos o compa Jonathan Bane, para uma conversa sobre a história e o presente do anarquismo na África do Sul, de onde ele voou. Nos dias 21 e 22 haverá um workshop com nossa companheira chilena Marcela e sua pupila brasilcolombiana Fenixia, sobre Ação Direta Não Violenta; atenção! Somente esta atividade necessita inscrição e pagamento prévios! Leia as informações mais abaixo.
Dia 28 é dia de rap na Casa da Lagartixa, com a presença dos compas do Bandeira Negra, direto do RJ, para Santo André. Além de som, vai rolar uma troca de idéia sobre o rap libertário, não só no Bra$il,
como também na latinoamerica em geral. Bom, confira a agenda!

**** 14 de Agosto, a partir das 15h ****

"Eu creio que o resultado final do parkour é sermos totalmente autônomos em nossa vida" David Belle
bate-papo AnarcoFilosófico sobre o Le Pakour, seguido de treino
Participe! Descubra seu potencial corporal!

**** 20 de Agosto, a partir das 19h, Bicicletada ABC! ****

Toda penúltima sexta-feira do mês

Concentração na PRAÇA (do ciclista-massa-crítica-bicicletadaABC), retorno no cruzamento da rua cel. Alfredo Flaquer com a rua Luis Pinto Fláquer - próximo a padaria central, em Santo André.

**** 21 de Agosto, a partir das 19h. ****

Conversa sobre anarquismo na áfrica do sul (ontem e hoje) com companheiro da Zabalaza Anarchist Communist Federation às 19h00

**** TREINAMENTO EM AÇÃO DIRETA NÃO-VIOLENTA ****
Dias 21 e 22 de Agosto - das 10h30 às 17h30

O que é uma Ação Direta Nãoviolenta?
É uma ferramenta da Não violência e da Desobediência Civil. É pública, pedagógica, participativa, coordenada, encaminhada a ganhar espaços de liberdade e/ou recuperar direitos sociais arrebatados ou proibidos pelo poder. Pode levar a uma vulneração ou enfrentamento com a legalidade vigente. Procura intervir através dos fatos para explicitar publicamente uma situação de injustiça, interromper um processo ou
situação que se considere ilegítima, etc. São ações diretas de protesto, reivindicação, pressão, etc. executadas por grupos que se preparam, decidem e as realizam de forma assambleária, com muita preparação prévia e de orientação não violenta. Pode ser de diversos tipos (informativa, de denúncia, de
confrontação...) e desenvolver simultâneamente ações e estratégias que requiram diversos níveis de
compromisso ou preparação. O humor, a criatividade e a originalidade também são elementos fundamentais em nossa ação política, que se desenvolvem a raíz de uma nova formulação de ativismo comprometido,
ilusionante e divertido.

Serão realizados diversos exercícios, dinâmicas, conversas e demais
técnicas práticas sobre a Ação Direta Não-Violenta.

Monitoras: Marcela (anarcofeminista chilena e integrante do Movimento
Antimilitarista Ni Casco Ni Uniforme) e Fenixia

A oficina está baseada neste cronograma:
http://www.nodo50.org/tortuga/Recursos-para-un-taller-de-Accion

É importante a participação de todxs nos dois dias!
A oficina é fechada aos participantes que fizerem sua inscrição antecipadamente.

Faça sua inscrição, vagas limitadas!
Colaboração de R$10,00 por pessoa, incluindo alimentação (vegana) dos dois dias!
Entre em contato para fazer sua inscrição e tirar dúvidas: ell@riseup.net
Problemas para ir e voltar nos dois dias? Fique na Casa da Lagartixa Preta, economize passagem e compartilhe uma noite conosco!

**** dia 28 de Agosto a partir das 16h ****

Rap Libertário / anarcorap
Debate-papo sobre rap, hip-hop, anarquismo, negritude
com
Bandeira Negra (RJ)
Servidores do Rap
Regicidas (SP)
mandando um som ao vivo até as 22h
:::venda de comida vegana e feira de material anarquista:::

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Atividades Fixas da Casa da Lagartixa Preta:
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- Horta Agroecológica da Casa
Manejo da horta e jardins da Casa, todos os domingos e quintas-feiras,
a partir das 9h
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- Almoço Grátis e Bicicletada
Toda PENÚLTIMA sexta-feira do mês
Coleta de alimentos da feira (na rua da Casa), preparo, almoço e
limpeza coletivos, a partir das 12h.
Concentração na PRAÇA (do ciclista-massa-crítica-bicicletadaABC),
retorno no cruzamento da rua cel. Alfredo Flaquer com a rua Luis Pinto
Fláquer -
proximo a padaria central, em Santo André. Às 18h30
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Casa da Lagartixa Preta Malagueña Salerosa
Rua Alcides de Queirós, 161
Casa Branca Santo André SP
(na rua da Eletropaulo, próxima aos Bombeiros, Senai e Estação de trem
Pref. Celso Daniel Sto. André)
.
Mapa:
http://maps.google.com.br/maps?f=d&source=s_d&saddr=Av.+Queir%C3%B3s+dos+Santos&daddr=R.+Alcides+de+Queir%C3%B3s,+161+-+Bairro+Casa+Branca,+Santo+Andr%C3%A9+-+SP,+09015-550&geocode=FWQLl_4dzh06_Q%3BFS32lv4dXCU6_SkR_iuqgELOlDHh4AhZLkOAOw&hl=pt-BR&mra=ls&dirflg=w&sll=-23.65563,-46.52328&sspn=0.014151,0.01929&ie=UTF8&z=17
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Mais Informações: ativismoabc@riseup.net www.ativismoabc.org
www.fotolog.com/ativismoabc

Presos mapuche cumplen un mes en huelga de hambre en el Día Internacional de Pueblos Originarios

http://www.mapuexpress.net/?act=news&id=5881


Hoy se conmemora el Día Internacional de los Pueblos Indígenas, establecido en 1994 por la Asamblea General de la ONU con el objetivo de fortalecer la cooperación internacional para la solución de los problemas con que se enfrenta el mundo indígena. Sin embargo, en Chile esta fecha se recuerda justo el día en que los presos mapuche cumplen un mes en huelga de hambre.



POR PAULA GUERRA - TEMUKO, WALLMAPU

Hoy lunes 9 de agosto se conmemora el Día Internacional de los Pueblos Originarios. En 2004, la Asamblea General de la Organización de las Naciones Unidas proclamó un Segundo Decenio Internacional, del 2005 al 2015, con el tema «Un decenio para la acción y la dignidad». Además hoy se cumple un mes de la huelga de hambre líquida que iniciaron los presos políticos mapuche en las cárceles de Concepción y Temuco, a los que, con el paso de los días, se le han sumado otros reos de Valdivia, Angol y Lebu, completando 31 reclusos que exigen la no aplicación de la Ley Antiterrorista.

Hasta el momento se registran bajas de hasta doce kilos, descompensaciones y malestares propios de la falta de ingesta de alimentos. Por otro lado, también existen denuncias de agresión, maltrato y montaje contra los internos. Por esta razón, los familiares visitarán este lunes al ministro de Justicia, Felipe Bulnes, y acudirán esta semana a la comisión de Derechos Humanos de la Cámara Baja a dejar constancia de las irregularidades en los procesos.

Los presos mapuche critican la aplicación de la Ley Antiterrorista, en el contexto de “daños a la propiedad”, por lo que se suele enjuiciar a los mapuche, lo que contradice la normativa internacional. Crítica que continuó Domingo Marileo, presidente de la Asamblea Nacional Mapuche de Izquierda, apuntando a la facultad de condenar a prisión preventiva durante dos años. “Es bastante crítica la situación de los hermanos presos. Es bueno que la autoridad tome conciencia de estas situaciones, porque en su administración hay situaciones que no son comprensibles, porque son hermanos que no tienen ningún juicio y están presos, o sea, si yo quiero privar de libertad a alguien, no puede ser por presunción ¿quién le paga a los hermanos todo el tiempo que perdieron?”, denunció Marileo.

Por otro lado, Hernando Silva, abogado del Observatorio Ciudadano, visitó la cárcel de Temuco y advirtió que algunos huelguistas evidencian lesiones y agregó que “lo único que logra Gendarmería con esto es continuar con la vulneración sistemática de los derechos de las personas y afectar su integridad física”. Estas lesiones fueron constatadas después de la preparación del juicio oral de Lautaro, que hoy se reactiva luego de un escandaloso enfrentamiento entre familiares de los comuneros y Gendarmería, donde incluso se registraron agresiones a la prensa.

Para este miércoles 11 se prepara también una movilización internacional en apoyo a los presos políticos mapuche. Un día después, el jueves 12, se espera que las comunidades realicen un Nguillatún en el fundo San Sebastián en conmemoración del primer aniversario de muerte del comunero Jaime Mendoza Collío, quien falleciera de un disparo realizado por un funcionario de Carabineros en las cercanías de Collipulli el 12 de agosto del 2009.

Reacciones políticas

Luego de una extensa indiferencia de la clase política y recién a 30 días de iniciada la huelga de hambre, el debate sobre la aplicación de la Ley Antiterrorista y la legitimidad de las demandas de los mapuche está recién comenzando en el mundo político. Son sólo unas pocas voces provenientes del mundo político que han enfrentado el tema. La presidenta de la Comisión de Derechos Humanos del Senado, Lily Pérez anunció la presentación de un oficio formal para revisar la situación de la huelga de hambre en cinco cárceles del sur del país.

“Pedí un acuerdo a la comisión de Derechos Humanos del Senado para que el ministerio del Interior nos informe sobre la situación de los comuneros mapuche y espero que con el informe que emane de esa secretaría de Estado nos podamos hacer una convicción propia respecto de ese tema”, dijo Pérez.

La comisión de Derechos Humanos de la Cámara de Diputados también inició conversaciones sobre el tema. “Hemos resuelto recibir a aquellos que aparecen como voceros de los comuneros mapuche en huelga de hambre con el objetivo de que expongan las reivindicaciones de su movimiento para analizar en qué medida podemos cooperar para que esta huelga termine”, afirmó el presidente de la comisión, Hugo Gutiérrez. Al ser consultada por la huelga de hambre de los comuneros mapuche, la portavoz de La Moneda, Ena von Baer se mostró evasiva y sólo afirmó que “aquí hay un proceso judicial y el Gobierno en general no comenta los procesos judiciales”.

Sin embargo, el senador de RN Alberto Espina rechazó categóricamente la huelga e instó al gobierno a no ceder ante la presión. Estas palabras no fueron bien acogidas por los representantes de la etnia. “La opinión que ha dado el señor Espina es genocida e inhumana. Aquí está en juego la vida de los primeros habitantes de este país. Si no reconocen esta situación no se va a poder llegar a acuerdos y van a querer silenciar la deuda histórica que tienen con los mapuche”, afirmó el wekén de la comunidad Autónoma de Temucuicui, Jorge Huenchullán.

En medio de esta crisis, asumió en la Araucanía el nuevo director general de Gendarmería, Marco Fuentes, en reemplazo del saliente, Pedro Chávez, quien fue destinado a cumplir funciones en la región de Los Ríos. Al asumir el cambio, Marcos Fuentes, calificó el escenario como “complejo” y aseguró que esta situación ocupará un lugar especial en su gestión futura en Cautín y Malleco.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

SOLIDARIEDADE AOS AREAIS DA RIBANCEIRA!!!

Nesta última quarta-feira (28/07) iniciou-se a ação de despejo da comunidade tradicional dos Areais da Ribanceira de Imbituba. Esta comunidade, representada oficialmente pela ACORDI (Associação Comunitária Rural de Imbituba) desde 2002, já enfrenta conflitos pela sua permanência na terra desde meados da década de 70.

Para quem ainda não conhece, esta área caracteriza-se como um verdadeiro patrimônio histórico, ambiental e cultural existente, sobretudo, devido a presença de uma comunidade tradicional de agricultores e pescadores artesanais que há gerações e gerações se mantiveram na área como verdadeiros guardiões da biodiversidade local. Cultivando principalmente diversas variedades de mandioca e coexistindo com o extrativismo sustentável do butiá.

A ação de despejo contou com a força tarefa de aproximadamente cinqüenta Policiais Militares, somados a cavalaria e a Polícia de Patrulhamento Tático. Iniciaram com a destruição da casa da família do Seu Antero (62 anos), posteriormente, a casa de Seu Zé Farias (72 anos), Seu Valentim (78 anos) e Seu Nei (62 anos).

Agora se encontra sob ameaça de desapropriação e destruição o coração da ACORDI, a sede da associação e o engenho de farinha coletivo (recém inaugurado na 7ª Feira da Mandioca). Neste domingo ocorreu na sede da associação a celebração de uma missa em solidariedade a luta dos agricultores e desde então iniciou-se também o estado de vigília permanente em defesa desta população.

Vimos assim, por meio desta, convocá-los a somar-se a esta luta. A ACORDI está aberta para receber e alojar todos os apoiadores da causa. Não é necessário se preocupar com alimentação, tragam apenas cobertores, agasalhos, colchão e objetos pessoais. Recorremos assim, a força, persistência, solidariedade e união de quem sabe e acredita na luta do povo.

Convidamos também todos e todas que puderem participar da reunião que ocorrerá nesta quinta-feira (05/08) às 17:00h na sede da ACORDI para discutir os impactos sócio-ambientais dos projetos e empreendimentos projetados para Imbituba, bem como para o todo o litoral de Santa Catarina e outras regiões do país.



Atenciosamente,

Comissão de Comunicação Solidariedade à ACORDI

Mais informações:

Imbituba urgente

É Novas

Fotos

sexta-feira, 16 de julho de 2010

La protesta no es un crimen.

Entrevista con la Federación Anarquista Gaúcha.
La revista Socialismo Libertario, periódico nacional del Foro del Anarquismo Organizado (FAO), conversó con un militante de la Federación Anarquista Gaúcha, FAG, en este momento en que se aproxima la fecha de audiencia en la que 6 militantes de la oganización serán interrogados. Será el día 19 de julio y contará con la presencia de la gobernadora Yeda Crusius en persona, haciendo su denuncia contra la FAG.

Socialismo Libertário: podríamos hacer una pequeña restrospectiva de los hechos que llevaron a ustedes a tener la sede invadida por la policía civil y los militantes intimados judicialmente?
Militante de FAG: el 21 de agosto, durante una siniestra operación de guerra montada por la Brigada Militar para despejar la ocupación de los trabajadores del MST en el latifundio Southall, en el municipio de San Gabriel, fué asesinado Elton Brum. El crimen un acto premeditado del Estado. El compañero Sin Tierra fué blanco por parte de la policía con un tiro calibre 12. Este hecho conmovió a todo el movimiento popular y sindical, derechos humanos y grupos del Foro Internacional. Inmediantmente se organizaron caravanas solidarias para San Gabriel, la ciudad donde se dió un golpe de muerte que era anunciado por la escalada de violencia del Estado contra la protesta y la pobreza. En Porto Alegre, el mismo día levantamos con otros sectores organizados en la lucha un acto de solidaridad con el MST y de repudio al gobierno de Yeda Crusius y a la Brigada Militar. De esta movilización inmediata resultó la decisión de la FAG de llevar a la calle una campaña de agitación denunciando el crimen y denunciando a sus responsables, en este caso el jefe de las operaciones de la Policía Militar y el gobierno del Estado. Será pués la propia Yeda Crusius en persona quien realiza una denuncia por calumnia y difamación y abre este proceso judicial.

SL: como definirían ustedes la cojuntunra para los movimientos sociales en Rio Grande do sul en
los últimos años?
MF: En un análisis discutido y aprobado por el Consejo Federal de la organización, que recorría los actos represivos y los esquemas corruptos que sucedían, la lectura que hicimos era de evidencias de un Estado policial con alto grado de crueldad, dentro del régimen democrático burgués, hacia los pobres y los sectores organizados de la lucha. Vivimos una combinación explosiva de un gobierno corrupto hasta la médula, de una oposición parlamentaria rendida a las clausulas neoliberales de préstamos al Banco Mundial y una pauta represiva implacable a las manifestaciones de la pobreza y de la protesta social en las calles o en el campo. Esta coyuntura todavía tenía la mediación de un discurso reaccionario que ganó la circulación para los medios de comunicación y estos preguntaron por mano pesada contra los "Trastornos" que venian generando los de abajo. En esa producción fuerte de la comunicación dominante ganó escenario y foco el comandante Paulo Roberto Mendes de brigada militar, quien fuera bautizado como "Capitán Nascimento de las pampas". Paralelo al fuego cruzado de la máquina de las preguntas, las investigaciones y las controversias que convulsionaron el gobierno y también del ajuste fiscal que se desmontó con los servicios públicos y la política social, el comandante Mendes era el símbolo de la acción del estado federal. En 2008 la lucha de clases en el estado de Río Grande del Sur paso por un momento brutalmente represivo en cuanto al gobierno de Yeda Crusius, se equilibraba en la cuerda floja para pasar de castigado a castigador, cuando las estafas de dinero público del Departamento Estatal de Tránsito fueron identificadas, la lengua suelta del vice gobernador Feijó, la muerte mal explicada del representante de estado en Brasília, una segunda caja en la campaña para la compra de la mansión de la Gobernadora.... Como dijimos en el 2008 la mano dura bajó. Para recordar mejor. En enero el encuentro estatal de MST en Sarandi fue rodeado, paralizado e invadido por un contingente absurdo de la policía constituendo una grave violación de los derechos democráticos. En febrero una manifestación del Encuentro Latinoamericano de Organizaciones Populares Autónomas (ELAOPA), en Porto Alegre, durante una conderencia mundial de ciudades, tuvo que defenderse de la agresión policia. En la ciudad de Rosario do Sul, durante la jornada de luchas de las mujeres campesinas, en el 8 de marzo, una ocupación de la zona de frontera terrestre ilegalmente invadida por la sueco-finlandesa Stora Enzo, terminó en salvaje represión, sin discriminación de los niños. Para el semestre episodios más. Una batalla en frente de una red de supermercados Wal-Mart, en Porto Alegre dejó varios compañeros de movimientos de la ciudad y del campo heridos, y uno en estado grave. En el norte de Rio Grande del Sur, en la ciudad de Passo Fundo, durante la ocupación de la planta de Bunge, más violencia de la policía. Un piquete de huelga del sindicato de trabajadores bancarios en Porto Alegre fue golpeado cobardemente. La marcha desde el exterior, que cada año se celebra en la capital de Río Grande se le ha prohibido acercarse al palacio de gobierno y dispersa a balazos de goma y bombas de gás lacrimogenos de las fuerzas represivas. Una demanda presentada por el fiscal del Estado pidió la cabeza del MST, suspendió las escuelas itinerantes, le quería fuera de la ley, prohibido, amordazado, el mayor poder social de los oprimidos en el país. La conyuctura tenía presagios siniestros de muerte, pérdida de compañeros, dada la escalada de represión que se ha lanzado con fuerza sobre la resistencia popular. En los barrios y pueblos de la periferia, en las favelas, el encarcelamiento de la juventud negra y pobre, sobretodo, fue incorporada por el aparato represivo como una política de limpieza social. Así se hizo, en el 21 de agosto de 2009, el asesinato del campesino sin tierra Elton Brum. En medio de la batalla histórica que hace el MST en el corazón del latifundio, la "tierra de los generales” llamada San Pues, nos parece que de esa intensa represion nos quedo la judicialização de los conflictos. Es donde estamos ahora. El gobierno Yeda empezó la caza a brujas, en su final, contra sus opositores. Al menos trés casos de ataques judiciales son emblemáticos. La protesta en frente a la residencia de la governadora organizada por sindicatos y partidos de izquierda; la campaña publicitária del foro de servidores públicos, con el liderazgo del Sindicato de Profesores (Cpers); y la propaganda de FAG denunciando los responsables por el asesinato de Elton Brum. Todos llamados al Foro Central de la sexta vara criminal para responder a las quejas de la governadora.

SL: Porque, en su punto de vista, el asesinato de Elton Brum no hizo estallar la protesta, como es la costumbre en estos casos, como por ejemplo, em Argentina (Dario y Maxi) o Grécia (Alexandrous Grigoropoulos)?
MF: El asesinato se ubicó en una coyunctura más general donde se cruzavan las luchas y movilizaciones populares contra la dura política fiscal del govierno. Tenemos nuestra própia evaluación, nuestras hipótesis sobre eso. Se formó en el Rio Grande del Sur una campaña que tenía como centro la lucha política contra el govierno, por el “Fuera Yeda”, que contava como sector más dinámico el sindicato de trabajadores de la educación. El gobierno Yeda hacía colección de escândalos y se perdia en el fuego cruzado de la crisis política, com fracturas en su própia base de sustentación. Una Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) se instaló en el legislativo gaúcho que dió visibilidad al PT y sus ambiciones electorales. El reformismo ganó protagonismo, como intermédio político de la lucha que se ampliava en las calles y em locales laborales del sector público. Con el tiempo, el parlamento y la comissão de inquérito pasó a ganar lugar más decisivo, desplazando la acción directa popular. Ese es el primer elemento. El segundo es la perdida que resultó la falta de independencia de clase del movimiento sindical, especialmente las fuerzas organizadas en la CUT, que se burocratizarón en la CPI e en los intereses del PT en debilitar el gobierno para las próximas elecciones, vaciando la lucha en las calles y ganando protagonismo por la oposición en el parlamento. Esa relación de intimidad entre la central sindical y el PT explica la ausencia completa de un plan de acción contra los acuerdos del gobierno Yeda con el Banco Mundial, aprobados por unanimidad en el legislativo, incluso por el PT y el PC do B. La falta de independencia de clase a que nos referimos impedió formas más combativas de lucha que podrían provocar la caída del gobierno. En tercero, los eventos en San Gabriel, el asesinato de Elton Brum, podrían ascender al grado máximo la crisis política gaúcha para una situación en que un plan de acción directa unificado, del campo y ciudad, como por ejemplo: parada de los servicios públicos, piquetes en zonas industriales o cortes de rutas podrián desestabilizar seriamente el gobierno de estado y cambiado la corelacion de fuerzas a nuestro favor. La concepcion reformista no busca decisión por la lucha de los interesados, lo que puede escapar de su control, busca por los médios intermediários. El movimiento popular y sindical es el grupo de presión mientras los agentes parlamentários deciden y ganan los créditos.

SL: Que rol tiene la prensa gaúcha en los eventos y en la violéncia policial?
MF: Los medios burgueses fue, obviamente de una desinformación criminal. Los grupos dominantes de la comunicación son parte fundamental de una estrutura de poder que plantea la política de criminalización de la protesta y de la pobreza.

SL: Y que rol tiene una organización anarquista en un momento como ese?
MF: Somos una organización modesta en ese escenario, sinembargo tomamos nuestra parte en las luchas que se hacen en la sociedad. Estar con los que luchan deve ser un lema para los anarquistas, de cualquier lado. Luchar en contra um gobierno corrupto y neoliberal y defender resueltamente las libertades publicas, hacendo apuesta por la fuerza social en la calle y en la acción directa popular es nuestra razón de ser. Así se abre la perspectiva libertária, se generan relaciones de fuerza para formas de pode popular contra los intermediários reformistas.

SL:Ustedes tiene recibido la solidaridad desde fuera del Rio Grande del Sur, cómo es?
MF: Mucha, mucha solidaridad. De todos los rincones de Brasil, de nuestra América Latina y del Mundo. Poço después del allanamiento del local de FAG, en poços dias, se hizo actos solidários em Uruguay, Argentina, Espana, Francia, etc. Distintos grupos, organizaciones, militantes, medios alternativos y libertários nos hicerón llegar su apoyo. Somos muy agradecidos por todos y todas que en esa hora se moverón por nuestra

SL:Qué esperar para el día 19 de julio?
MF: Movilización de FAG y de todos e todas que sean solidários, o que tengan como común la lucha contra la criminalización de la protesta. En el 19 de julio estaremos concentrado para una protesta. No reconocemos la causa de calunia y difamación que la gobernadora se nos pone. Estaremos hasta el final por justicia y punición a los responsables por el asesinato de Elton Brum. causa comum na pauta contra a criminalização do protesto. No dia 19 de julho estaremos concentrados para um ato de protesto. Não reconhecemos a acusação de calúnia e difamação que a governadora nos imputa. Estaremos até o fim por justiça e punição dos responsáveis pelo assassinato de Elton Brum.

SL:Palabras finales?
MF: Não tá morto quem peleia!!!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A Bibliografia de Bakunin

Artigo publicado em Anarkismo.net sobre a bibliografia de Bakunin, feito por Felipe Corrêa.


A BIBLIOGRAFIA DE MIKHAIL BAKUNIN
Felipe Corrêa

O objetivo desse artigo é triplo:
1. Fazer um levantamento bibliográfico da obra de Bakunin daquilo que foi traduzido e publicado no Brasil e em Portugal.
2. Listar as obras sobre Bakunin traduzidas, publicadas ou escritas em português.
3. Fazer um levantamento bibliográfico da obra completa de Bakunin.

Para isso, ele foi dividido em quatro partes. A primeira, “Traduções e Publicações de livros e artigos de Bakunin em Português”, e a segunda, “Cronologia das Publicações de Bakunin em Português”, respondem ao primeiro objetivo. A terceira parte, “Publicações Sobre Bakunin em Português”, responde ao segundo objetivo e, finalmente, a parte “Obras Completas de Bakunin” responde ao terceiro objetivo.

Desejamos, com isso, contribuir com informações aos interessados e pesquisadores desse revolucionário, cuja importância é indiscutível e cuja obra, fundamentalmente no Brasil, não teve ainda a atenção e o tratamento necessários. Devemos reconhecer que o Brasil figura hoje entre os países com o maior número de publicações de Bakunin, merecendo destaque o esforço realizado pelo tradutor e editor Plínio Augusto Coêlho e as editoras Novos Tempos e Imaginário. Ainda assim, faz-se necessário continuar o trabalho de publicação e difusão das obras e, utilizando aquilo que já está disponível, elaborar novas análises, que permitam um aprofundamento nas discussões que vêm sendo feitas.

Na primeira parte do artigo serão listadas as traduções e publicações, por data da publicação, indo das mais recentes às mais antigas, citando as editoras e os anos em que foram publicadas e colocando ao final as obras que ainda estão no prelo. A mesma coisa foi feita na terceira parte. Na segunda, fizemos uma lista, por ano, em ordem crescente, das publicações em português, apontando o nome da obra, a editora de publicação e o país em que a obra foi publicada. Na última parte, listamos exaustivamente todos os escritos de Bakunin publicados em francês no CD-ROM Bakounine: Ouvres Completes, pelo Instituto de História Social de Amsterdã, em 2000. Esse CD divide a obra de Bakunin entre escritos e cartas. Nos escritos estão seus livros, artigos e algumas cartas que, segundo a concepção dos organizadores, são fundamentais para a compreensão da teoria de Bakunin, sendo, portanto, consideradas escritos e não cartas. A lista aqui apresentada e traduzida ao português é a lista completa desses escritos. Além deles, o CD-ROM traz centenas de outras cartas.

Arthur Lehning, um daqueles que, como Max Nettlau e outros, dedicou boa parte de sua vida à pesquisa e organização da obra de Bakunin, afirmou nos anos 1970, em uma comemoração do centenário de morte do revolucionário russo:

“O interesse que suscita, entre os historiadores, a influência do pensamento e da ação de Bakunin, devia fatalmente dirigir-se aos problemas atuais e às lutas do movimento operário socialista e revolucionário. Se, no mundo de hoje, Bakunin tomou um caráter de tão grande atualidade, isso não se deve aos trabalhos desenvolvidos pelos historiadores, mas ao fato de que, no estado atual do mundo e do mundo dos trabalhadores e socialista, em particular, os problemas da ditadura e da liberdade, do centralismo e do federalismo, da autogestão e do papel do partido político, em uma palavra, de todos os problemas da reconstrução social, atraíram de novo a atenção para o pensamento de Bakunin.

Para a pesquisa, falta evidentemente muito a ser feito; mas, quaisquer que sejam os novos fatos que os historiadores possam descobrir, aprofundar ou retificar, naquilo que se refere à vida, ao pensamento e às atividades de Bakunin, uma coisa é certa: Mikhail Bakunin permanecerá um dos mais eminentes fundadores do socialismo libertário [...]. Suas idéias formam um todo coerente, ao qual uma prática revolucionária está indissoluvelmente ligada.”[1]

É no interesse de dar continuidade à pesquisa de Bakunin que agora publicamos esse artigo, que surge em meio a uma pesquisa mais ampla sobre a vida e a obra de Bakunin. E devemos concordar com Lehning que Bakunin tem contribuições fundamentais, ainda hoje, para os movimentos populares, os revolucionários em geral, em especial, para os anarquistas.

Certamente faltam informações e pedimos que, no caso disso ser identificado pelo leitor, que seja comunicado pelo nosso e-mail que consta no final do texto, visando complementar a bibliografia o máximo possível. Ela servirá para as pesquisas que estão sendo e que serão realizadas, por nós, e também por outros interessados. [...]

Continua em: http://www.anarkismo.net/article/16810

terça-feira, 25 de maio de 2010

Oficina Libertária

Data: 26 de maio de 2010, as 19h

Errico Malatesta e Michel Foucault sobre o fascismo*

*Realização:*
*Centro de Cultura Social de São Paulo*
*Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república)*

*www.ccssp.org*

*ccssp@ccssp.org*

sábado, 22 de maio de 2010

Brasil em tempos de Copa do Mundo

Pessoal achei esse video interessante, mostra uma realidade de nossa sociedade, pra frente brasil! Traz o Hexa Brasil!

essa é uma animação produzida pelo Laboratório de Desenhos click no link e veja no original:

Clique Aqui para ver o curta animado de 80 seg.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Geografia e Anarquismo no CELIP




CELIP (Círculo de Estudos Libertários Ideal Peres) convida para estudo coletivo: "Geografia e Anarquismo" 29/05 - Sábado às 14h


Local: Centro de Cultura Social (CCS-RJ)Rua Torres Homem 790 - Vila Isabel


Referência: Final do boulevard 28 de Setembro e Escola de Samba Vila Isabel


Baixe o texto da discussão em http://www.farj.org/